RANKING DO CBD ATUALIZADO

Atenção pessoal: o ranking do CBD está atualizado. O ranking geral (masculino e feminino) é por pinos derrubados e inclui todos os torneios organizados pelo CBD durante o ano. As divisões masculinas serão atualizadas sempre após o último torneio de cada mês e passam a valer a partir do dia 1º do mês subsequente. Para critério de rebaixamento, são levadas em conta sempre a média das últimas 18 partidas. Quem ficar com média de 150 acima é 1ª divisão. Média de 149 abaixo é 2ª divisão.

Para acessar o ranking completo clique aqui



Escrito por CBD às 13h38
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4º CORUJÃO, TORNEIO QUE QUERO ESQUECER

Helio de Freitas (*)

 

Há muito tempo não passava tanta raiva em um torneio como passei na madrugada de domingo, 28 de junho, durante o 4º Corujão. Quem achar descabido jogar torneio de madrugada pode até pensar que o motivo do meu descontentamento seja o fator madrugada, o cansaço, o sono, mas não é nada disso. Sou uma criatura de hábitos noturnos e quem me conhece sabe que prefiro jogar às 3h da madrugada do que 8h da manhã.

 

O motivo da raiva é o de sempre: falta de condições para se praticar um bom boliche em Dourados.

 

Nós bolicheiros douradenses temos a mania de falar que somos melhores que o povo de Campo Grande, que sempre ganhamos deles, que somos organizados, que temos clube, que jogamos brasileiros e eles não fazem nada disso.

 

Essas observações podem até ser verdadeiras, mas eles têm uma vantagem enorme em relação a nós: eles têm mais condições técnicas para se praticar o bom boliche. Tive essa certeza no dia 7 de junho, quando fui campeão lá vencendo na final nada menos que o mais experiente jogador de boliche de MS, meu mano Edimar Marques.

 

Nós não temos essas condições e as coisas parecem cada vez piores por aqui.

 

Na minha opinião, nós (eu me incluo no grupo porque sabia e não levantei voz contra) erramos feio em aceitar 4 jogadores por pista. O torneio demorou mais que o previsto, ficou ainda mais cansativo e estressante.

 

A falta de estrutura da casa para a realização de torneios complicou ainda mais a situação.

 

Tenho o maior respeito e agradecimento à casa por nos atender, por abrir as portas para o Clube quando o outro boliche encerrou a parceria. Mas não posso me fazer de cego, surdo e mudo. Fiquei, de fato, p... da vida com o Corujão deste ano.

 

O pequeno e cada vez mais reduzido número de bolicheiros douradenses que giram bola será eterno saco de pancadas dos retões que apelam para a força e para o laço da cordinha enquanto não existir as mínimas condições para se praticar o boliche com técnica, que é o que dá resultado em pistas automáticas e nas outras com um pouco mais de qualidade (como em Campo Grande).

 

E o Corujão não ofereceu nenhuma condição para o boliche técnico. Prova disso é que os 3    ‘fingers’ da 1ª divisão ficaram nas três últimas posições. Na 2ª divisão, não foi diferente.

 

Após todo o estresse, só me resta parabenizar os campeões Hedio e Henrique (galera da pancada, hehehehe, mas meus grandes amigos) e agradecer ao Rodolfo pelo esforço. O moleque jogou muito, mas eu não o ajudei. Me senti um Ronaldo com chuteira dourada tentando jogar futebol em campo de terra.

 

Após todo o estresse e o desabafo, só me resta tirar umas férias do boliche.

 

(*) Helio de Freitas é jornalista, criador desse blog e joga boliche desde 2005.



Escrito por CBD às 22h38
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HEDIO E HENRIQUE VENCEM O 4º CORUJÃO

A dupla formada por Hedio Liebich e o filho Henrique Serafim venceu a quarta edição do Torneio Corujão de Boliche, realizado na madrugada de domingo passado, no Strike Ball, em Dourados. Após se classificarem em primeiro lugar na fase all events, Hedio e Henrique derrotaram na final Ricardo Milani e Luciano Gonçalves, que ficaram com o 2º lugar.

 

Organizado pelo CBD (Clube de Boliche Dourados), o torneio terminou por volta de 8h de domingo. Neste ano houve grande participação, principalmente de jogadores iniciantes e atletas que estavam afastados dos torneios. Foram 15 duplas participantes.

 

Após as seis partidas da fase all events, se classificaram para a fase final as duplas Hedio Liebich-Henrique Serafim, Ricardo Milani-Luciano Gonçalves, Alemão Radai-Janete Radai, Chico Bonacina-Marlene Bonacina, Helio de Freitas-Rodolfo Tobias e Ivanaldo Lima-Adelar Ibner.

 

Na primeira eliminatória, a dupla Helio-Rodolfo venceu Chico-Marlene e Ivanaldo-Adelar. Na segunda eliminatória, Ricardo e Luciano venceram Helio e Rodolfo e Alemão e Janete e chegaram à final.

 

Para ficar com o troféu de campeã, a dupla teria de derrotar Hedio e Henrique em duas partidas, mas pai e filho mantiveram a regularidade da fase all events e garantiram o título logo no primeiro confronto. Alemão e Janete ficaram em terceiro lugar.

 

Na 1ª divisão, Hedio Liebich ganhou a medalha de 1º lugar individual e de maior partida (219). Na 2ª divisão, Rodolfo Tobias ficou em 1º lugar individual e também ganhou a medalha de maior partida (184). No feminino, Janete Radai ficou em 1º lugar individual e faturou a medalha de maior partida (181). A medalha de maior partida dupla (361) ficou para André Banzai e Taiuan.

 

Com o resultado, de novo o “Corujão” teve campeões inéditos. Nas quatro edições realizadas até agora, nenhum atleta conseguiu ser campeão mais de uma vez nesse torneio. Pelo quarto ano consecutivo o evento teve apoio do Buffett Laudir Festas, que patrocinou o café servido na manhã de domingo.

 

A galera premiada no Corujão

 

Os campeões



Escrito por CBD às 22h11
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